Ao contrário de outras teorias propostas, a teoria do dinheiro comercial diz que fatores externos teriam sido fundamentais para a inovação
A teoria da mercadoria (conceito que analisa a relação entre o valor de uma mercadoria e o serviço social) e o cartalista (que argumenta que o estado é central para a criação de moeda) são os dois mais aceitos para explicar a origem do dinheiro.
No entanto, uma terceira opção acaba de ser apresentada. Ela faz parte de um novo estudo divulgado recentemente no Jornal de Método e Teoria Arqueológica e ressalta que fatores externos teriam sido fundamentais para a inovação.
Teoria do dinheiro comercial
- A nova sugestão dos pesquisadores foi chamada de “teoria do dinheiro comercial”.
- Ela propõe que eles não fossem problemas internos que permitiram a criação de dinheiro, mas sim redes de câmbio de longa faixa externa.
- Essa forma de comércio não pôde ser sustentada com relacionamentos familiares e com base na confiança da reciprocidade.
- A teoria leva em consideração o uso de contas de shell no oeste da América do Norte e dinheiro de bronze na Europa.
- No primeiro, várias sociedades indígenas usaram materiais comerciais por milhares de anos antes do contato com os europeus.
- Segundo os exploradores e colonos europeus, eles foram usados para facilitar o comércio de longa faixa, bem como as transações cotidianas.
- Segundo os pesquisadores, esse sistema foi criado muito antes de qualquer sociedade estadual existir na região.
![Notas de euro e dólar](https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/shutterstock_1604518264-edited.jpg)
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A Europa tinha prática semelhante
Ainda segundo o estudo, os lingotes de bronze provavelmente tiveram o mesmo papel na Europa. Esses materiais foram comumente encontrados durante o período, mas precisavam de matérias -primas que só pudessem ser obtidas em algumas áreas, o que tornou o comércio com regiões distantes algo fundamental.
Para facilitar a aquisição desses recursos, você não pode confiar em sistemas de intercâmbio simples, especialmente em regiões com estruturas sociais e políticas tão diversas, explicam os pesquisadores. Portanto, era necessário adotar um objeto de valor padrão.
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O tamanho e as dimensões dos balanços, anéis e eixos de bronze foram padronizados, permitindo que sejam usados como uma forma de dinheiro que poderia ser usada para manter o valor em várias culturas e regiões. Esses sistemas monetários, desenvolvidos inicialmente para o comércio exterior de longa faixa, provavelmente teriam atingido sistemas econômicos internos, facilitando o comércio doméstico, a tributação e o pagamento de impostos.
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Lucas Soares é um jornalista se formou na Mackenzie Presbyterian University e atualmente é editor de ciências e espaço digital.
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